Encontrei-me com as queridas S. e R. na entrada do Campo Pequeno. Fomos almoçar demoradamente ao “Rubro”. Muito bom. Comemos várias tapas, não me
lembro quais (se não as fotografar é o que acontece) e bebemos um excelente
vinho espanhol “MURUVE”. Estes almoços e jantares são sempre demorados,
carregados de risos e sorrisos, de memórias, de histórias, de disparates e sempre
regados a excelentes vinhos e com óptima comida. São as nossas maratonas
gastronómicas, como disse um dia a S. Bebi demais, como quase sempre, e nada
melhor do que deambular por livrarias onde não conseguia ler nada!! Fomos a
várias livrarias no centro de Lisboa para comprar um livro que não encontrei.
No fim da tarde atravessamos a minha amada Lx para o meu regresso a casa.
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Domingo em Lisboa
Apesar do tempo atípico
para Lisboa, que amanheceu nublada e com um imenso nevoeiro, que nem dava para ver o majestoso Tejo, continuava com
aquela luminosidade que só esta cidade tem. Aqui estamos, eu, e Lisboa num
reencontro, como se fosse a primeira vez. O que eu não gosto nesta cidade são
dos taxistas. Quase sempre parecem mudos e com cara de poucos amigos, conduzem
mal e têm carros péssimos. Parecem que estão habituados a corridas de carro.
Não poucas vezes discutem com os outros condutores Na sua maioria fazem
sempre o trajecto mais comprido e gostam muito pouco de dar trocos. Foi o que
aconteceu, mais uma vez, desta vez entre o Parque das Nações e o Campo Pequeno.
Nestas alturas lembro-me tanto do meu querido C. que me salvou tantas vezes de
perder o comboio, que me levou a mim e à C. a casa nas muitas noites em que não levávamos carro ou o deixávamos algures pela cidade. Ainda hoje quando não me
pode ir buscar manda-me o melhor dos seus amigos e telefona-me a saber se já
estou no comboio.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Robert NYC @ Museum of Arts and Design
A primeira vez que fui ao Robert tínhamos ido jantar a um
restaurante afegão em Hells Kitchen. Por insistência minha, queria ir para
Columbus Circle e passar no local onde tinha sido o mítico Studio 54. Agora é
(apenas) um teatro que tinha uma peça com bastante êxito em cena, com um dos actores do "Big Bang theory". Há umas
semanas atrás eu tinha estado no bar lounge Stone Rose em Columbus Circle. A
vista sobre o Central Park e sobre a estátua do Colombo era magnífica. A ideia
era voltar lá para beber um cocktail.
Quando passávamos no MAD, a C. perguntou porque não experimentar o Robert. Subimos e nessa noite (sábado) havia música ao vivo (piano e contrabaixo). Sentaram-nos numa mesa afastada das janelas. Eu não sou muito de cocktails, normalmente faço escolhas erradas, só bebo coisas básicas e repetitivas como vinho, gin tónico, ou whisky com água com gás. Nesse dia joguei pelo seguro e pedi um cosmopolitan. Pouco depois a C. avisa-me que atrás de mim estava a chef Luisinha. Eu apenas a conhecia de me cruzar com ela em eventos do Portuguese Circle, tais como no City Sandwich ou no Portugal Day. A chef Luisinha é uma senhora com uma história de vida interessantíssima. Foi enfermeira muitos anos e há 10 anos reformou-se e foi para NY aventurar-se pela sua outra paixão: a cozinha. A chef Luisinha reconheceu-me e veio ter connosco à mesa e pouco depois colocou-nos numa mesa junto à janela. Que vista fabulosa! É mesmo uma experiência imperdível. Mas para além do ambiente fantástico, a simpatia e amabilidade de todas as pessoas que lá trabalham, o que provámos nessa noite foi de chorar por mais. A chef Luisinha foi de uma amabilidade e simpatia e presenteou-nos com uma panna cotta e bambolinis. Que noite tão bem passada, com muitas histórias, muitos risos, uma excelente vista, uma sobremesas fabulosas e com a companhia da chef Luisinha.
Quando passávamos no MAD, a C. perguntou porque não experimentar o Robert. Subimos e nessa noite (sábado) havia música ao vivo (piano e contrabaixo). Sentaram-nos numa mesa afastada das janelas. Eu não sou muito de cocktails, normalmente faço escolhas erradas, só bebo coisas básicas e repetitivas como vinho, gin tónico, ou whisky com água com gás. Nesse dia joguei pelo seguro e pedi um cosmopolitan. Pouco depois a C. avisa-me que atrás de mim estava a chef Luisinha. Eu apenas a conhecia de me cruzar com ela em eventos do Portuguese Circle, tais como no City Sandwich ou no Portugal Day. A chef Luisinha é uma senhora com uma história de vida interessantíssima. Foi enfermeira muitos anos e há 10 anos reformou-se e foi para NY aventurar-se pela sua outra paixão: a cozinha. A chef Luisinha reconheceu-me e veio ter connosco à mesa e pouco depois colocou-nos numa mesa junto à janela. Que vista fabulosa! É mesmo uma experiência imperdível. Mas para além do ambiente fantástico, a simpatia e amabilidade de todas as pessoas que lá trabalham, o que provámos nessa noite foi de chorar por mais. A chef Luisinha foi de uma amabilidade e simpatia e presenteou-nos com uma panna cotta e bambolinis. Que noite tão bem passada, com muitas histórias, muitos risos, uma excelente vista, uma sobremesas fabulosas e com a companhia da chef Luisinha.
A experiência foi tão boa que prometemos regressar ao Robert. Combinamos que o meu jantar de despedida de NY seria lá.
No meu último dia em NY fomos jantar ao Robert,
previamente combinado com a chef Luisinha. Tinhamos uma mesa à nossa espera
junto à janela. Fomos tão bem recebidos.
Começamos por escolher os vinhos e cocktails. Vários tipos de pães foram
colocados na mesa e manteiga (da verdadeira, coisa rara em NY). A chef Luisinha disse-nos que nesse dia o
prato especial era bacalhau e que só havia 3. Eu preferi o prato que a chef
Luisinha aconselha a todas as vedetas: robalo grelhado (aka branzino). Queria
perceber o que o prato tinha de tão especial. O F escolheu pato, o T. e a N. Escolheram
bacalhau. Pouco depois chegavam à mesa
uns miminhos da chef Luisinha que nem tenho palavras para descrever.
| Mexilhões com chouriço |
| Salada mista com rabanetes |
| Risotto de vinho com polvo cozido |
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